"Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz, ah, meros devaneios tolos a me torturar, fotografias recortadas em jornais de folhas, amiúde. Eu vou te jogar num pano de guardar confetes... Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão-vizir, há tantas violetas velhas sem um colibri, queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de vênus, mas não vou gozar de nós apenas um cigarro, nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom..."
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